quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Devem-se buscar os amigos como os bons livros, pois a felicidade não está em que sejam muitos, nem mui curiosos, antes em que sejam poucos, bons e bem conhecidos.
Mateo Alemán

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

city of angels, 30 seconds to mars

Lost in the city of angels
Down in the comfort of strangers

I found myself in the fire burnt hills
In the land of a billion lights

I found myself in the fire burnt hills
In the land of a billion lights

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Amor é um conto de fadas...


one republic - couting stars


Diamantes

Há sempre duas razões para se apaixonar, as aparências e a personalidade. Para uns vale mais um que outro, as aparências são as mais importantes causam a primeira impressão que decide se vale a pena conhecer ou não a pessoa, e essa é a pior coisa que fazemos na nossa vida. Por vezes o que é mais importante é reparar na personalidade, na atitude da pessoa que eclipsa a aparência desta para que a outra se apaixone. As vezes o que parece apenas uma simples "rocha" é na verdade um diamante em bruto por dentro.
“O espelho pode mentir, não mostra como você é por dentro.” – Demi Lovato
Nossas dúvidas são traidoras e nos fazem perder o que, com frequência, poderíamos ganhar, por simples medo de arriscar.
William Shakespeare 

domingo, 27 de outubro de 2013

Viagem inesquecível

Próxima parte será sobre Aurya, que infelizmente nunca teve um namorado e pensa que nao vale a pena se expor a esses riscos de ser magoada, mas a sua sorte muda quando na primeira paragem de autocarro encontra uma fotografia sua numa maquina fotografica abandonada no meio do passeio. Espero que gostem, Peace!

Aparências Iludem, Nora

Estava a chover pesado e era meia noite enquanto puxava a minha mala em direcção a estação tentando não escorregar no passeio molhado, mas tinha que valer a pena, pensei. 
Precisava de sair daqui, esquecer o que se passara, afinal era a primeira vez em dois anos que estava solteira e tinha 17 anos, era nova e tinha que aproveitar o que tinha. Mas a ideia de viajar para Toledo não fora minha, fora de Clary, uma das minhas melhoras amigas que vinha nesta viagem. Ela fora a primeira a saber do que se passava e convenceu a mim e a Aurya e a Anya para ir a está viagem que estava pelos vistos quase esgotada, apercebi-me pela quantidade de pessoas perto do autocarro. 
Pensei em Jack e não me arrependia da decisão afinal fora ele o culpado e era altura para ele enfrentar as consequências. Parei no meio do passeio, sentindo a garganta a apertar e as lágrimas a cairem, respirei fundo pressionando a mão no peito tentando recompor. Se eu aparecesse a frente delas neste estado iria levar um sermão e estava farta de ouvir que ele era isto e aquilo por aquilo que eu não queria nem pensar.  Na altura que estava a procura de um lenço, agarrando o guarda-chuva numa posição estranha, algo bateu contra o meu ombro, desequilibrando-me quase caindo no meio da estrada se não fosse pela pessoa que bateu contra mim me agarrar a tempo. Respirei fundo de alivio enquanto um carro passava. 
- Estás bem? - Perguntou uma voz masculina atrás de mim possivelmente de quem tropeçara em mim. 
- Estou - respondi enquanto limpava o rosto das lágrimas.
A ultima coisa que eu queria era que um rapaz me visse a chorar depois de quase me ter derrubado no chão, por isso continuei de costas para ele tentado limpar a cara.
- Desculpa, não te vi - disse com a voz mais suave. 
- Não faz mal. - Disse olhando para a estação vendo que elas estavam sentadas num banco a espera.
- Ok. Tem cuidado por onde andas - disse com a voz com um traço de diversão. 
- Ok - disse e desviei-me dele e foi para a estação passando pela passadeira. 
Elas estavam a minha espera num banco perto do autocarro, a beira dele estavam pessoas com bagagem a arrumarem dentro da mala. Clary viu-me a chegar levantou-se para me dar um abraço de urso apertado, ela estava com uma parka castanha, calças de ganga e botas de combate. Ela era loira e alta com olhos azuis e pálida e bastante magra. Ela olhou para mim atenta. 
- Tiveste a chorar?
- Não!
Ela bufou baixinho e me puxou para a beira do banco, onde nos esperavam. Por muito que quisesse esconder, Clary sabia quando eu estava mal por muito que quisesse esconder mas ela também sabia quando devia ou não falar do assunto. 
Anya abraçou-me quando estivemos perto e eu não podia deixar de me sentir irritada com aquela pena toda. Por cima do ombro Aurya acenou sorrindo levemente. Aurya era a única do nosso grupo que não expressava os seus sentimentos e também a única que não me chateada sobre o que se tinha passado. Ela era uma rapariga que se é preciso desabafar ela está lá para ti, a Clary quando sentia que algo se passava movia mundos para a pessoa falar e Anya era aquela que expressava o que sentia com abraços apertados e muito amor, nada a deixava triste. 
- Anya, eu estou bem - disse-lhe contra o cabelo loiro. 
Ela afastou-se e sorriu. Ela era baixa, com olhos azuis e cinzentos, pele de porcelana e magra, ela estava a usar um vestido de inverno azul escuro com botas até ao joelho com uma parka aberta. Anya estava com uma camisa azul e um pólo azul escuro com calças de ganga com sapatilhas, ela era morena e baixa com olhos verdes, magra com a pele morena. 
- Vamos entrar ou não? - Perguntei olhando para elas. 
- Calma, ainda estão a entrar Nora - disse Anya - calma, rapariga.
Eu ri-me e sentei-me arrumando o guarda chuva na minha mochila e procurando na mala o bilhete para o autocarro esperando que as pessoas entrassem antes de irmos para dentro. 
- Então a nossa primeira paragem vai ser em Madrid, vamos estar lá um dia antes de ir para Toledo e vamos visitar a partir da Puerta del sol pela praça e depois do almoço vamos a Catedral de Nuestra  Señora de la Almudena e de seguida passear, depois jantar num restaurante e depois hotel, no dia seguinte vamos para Toledo onde nos vão dar o próximo itinerário. Mas devemos de visitar o Centro Histórico, a Catedral Primada, o Alcázar, a praça de Zocodover e por ai a fora - disse a Clary que estava com o panfleto na mão. 
- Parece um sonho ainda -  disse Aurya sorrindo feliz. 
- Parece mais um pesadelo - murmurei enquanto via os dias que ia passar lá, uma semana. 
Uma semana fora daqui, longe dele, longe de tudo seria bom mas era só uma fuga da realidade. Uma oportunidade de ser outra pessoa, como se nada tivesse acontecido. Parecia apenas um sonho mas quando voltasse voltaria ser um pesadelo. 
- Vá lá, Nora! Vai te saber bem, sair daqui, conhecer pessoas novas, conhecer rapazes espanhóis - disse Clary. 
- Olé!!! - Exclamou Anya contente. 
Ri com elas, e olhei para o autocarro que estava a entrar o ultimo passageiro no autocarro. O motorista acenou para nós pormos as nossas malas na mala. 
- Em uma semana vais esquecer isso - disse Aurya quando nos levantamos para ir para o autocarro. 
Eu encolhi os ombros não querendo dizer nada enquanto dava o meu bilhete e as malas ao motorista. Elas não faziam por mal, elas queriam me bem e contente mas com o que se passou eu não conseguia, e o comportamento delas não estava a ajudar só me lembrava de tudo, esta pena toda era demais. 
Subimos para cima apenas com as mochilas e no corredor reparamos algo que não nos agradou. Havia apenas um banco de dois lugares vazios e dois bancos vazios a beira de umas pessoas desconhecidas. Uma delas uma rapariga estilo desportivo e um rapaz que estava no banco a beiras das escadas a meio do autocarro que tinha tatuagens nos braços que eu podia ver pelas mangas arregaçadas e tinha um olhar negro e frio que dava-me arrepios. Clary e Anya viraram-se para mim no meio do corredor com cara de pânico.
- O que faremos? - Perguntou a Clary. 
- Eu não me sento a beira dele - murmurou em pânico. 
Varias pessoas repararam que estávamos a empatar, eu revirei os olhos sabendo que iria durar tempo para resolver o assunto. 
- Olhem, não importa quem fica a beira dele apenas decidem-se, não é como se ele fosse morder. 
Elas olharam umas para as outras e então desviaram os olhos. Suspirei irritada. 
- Eu fico a beira dele, agora arranjem-se em relação aos outros lugares. 
- Eu adoro-te linda - disse Anya abraçando-me. 
Revirei os olhos mas sorri. Não importa o quê, eu faria tudo por elas e assim também começamos a andar e se sentaram fazendo com que os outros passageiros parassem de olhar. Fiquei apenas eu de pé indo na direcção ao rapaz que ao ver que eu tinha que me sentar levantou-se e ficou no meio do corredor a minha frente a pouca distancia. Eu parei com aquela atitude. Ele era bem alto e com aquela roupa toda escura e com as correntes e suspensórios caídos da cintura e botas pretas pesadas apenas me intimidava imenso. Ele olhou para mim a espera. Eu franzi o sobrolho, o que é que ele estava a espera? Será que ele ia sair do autocarro porque eu me ia sentar ao lado dele? Será que havia pessoas assim tão estúpidas?
- Vais ficar aí parada ou vais te sentar? Eu não quero passar a viagem toda de pé - disse com um pequeno traço de sorriso no canto dos lábios e com os olhos cinzentos com um brilho malicioso. 
Fiquei de boca aberta a olhar para ele, ele ia dar me o lugar perto da janela! Vários passageiros estavam a olhar a espera para ver se ia se passar algo por isso apenas baixei a cabeça e passei por ele sentando me no lugar da janela pondo a mochila no chão, ele pegou na sua mochila que tinha ao meu lado e colocou no chão ao lado da minha e colocou o casaco com estilo motociclista, (que se vê num acidente sem qualquer dano nem estrago) na barra que separava o banco das escadas. 
Ao se sentar tentei não olhar para ele, mas foi impossível. Ele além de alto era moreno, com lábios carnudos e ombros largos. Mas o que me mais fascinou foi os seus olhos cinzentos e as tatuagens que tinha nos ante braços, era uma espécie de desenhos celtas que tinha no cotovelo, um nó celta a preto, a partir dai tinha uma confusão de cores que percorriam até ao pulso e na outra mão tinha metade uma tatuagem trivial que devia de seguir até ao seu ombro criando uma espécie de figura no braço. Eram tatuagens lindas, pensei curiosa vendo o seu braço repousado na perna, querendo descobrir as restantes que tinha ao virar o braço.
Ele tossiu e eu olhei para ele envergonhada ao me aperceber que tinha sido apanhada a olhar para as suas tatuagens e instintivamente me cheguei para trás ao ver o seu olhar intenso. Ele era definitivamente o que se podia chamar um rapaz mau. 
- Vês algo que gostes? - Perguntou sorrindo mostrando os seus dentes brancos e direitos. 
Eu engoli em seco ao ver o seu rosto a passar de serio e mau para lindo e mau. Com convinhas nas bochechas e um brilho no olhar. Eu fiquei a olhar para ele de boca aberta, sem ter noção do que lhe dizer. Até que me percebi do que ele dissera. Fiquei furiosa ao perceber que ele se estava a meter comigo, estava prestes a abrir a boca para lhe responder quando o motorista começou a falar ao microfone. 
- Boa noite, vamos começar a viagem agora por isso pedia para vos lembrar que não quero lixo no chão, que não haja zangas e musica alta, há pessoas que querem dormir pessoal e vai haver varias paragens por isso aguentem-se - disse rindo agradavelmente. - Agora pedia que todos se respeitassem uns aos outros e se houver algum problema por favor falem comigo. E se alguém querer ler algo ou escrever há luzes em cima dos bancos. Assim que o autocarro começar a andar, respeitem!
Dito isto, as portas se fecharam e o motor ligou-se começando a sair da estação. Aproveitando ainda as luzes acesas peguei o meu mp3 da mala e um cobertor para me cobrir. Era outono e estava um frio de rachar. O rapaz ao meu lado ligou a luz assim que as luzes se apagaram e pegou num bloco de desenhar e um lápis,  eu encostei-me ao vidro apreciando a vista da cidade iluminada enquanto passava. 
Dez minutos se passaram e pelo silêncio apercebi-me que todos estavam a dormir, menos eu, o rapaz e as raparigas. Clary estava a beira da rapariga de estilo desportivo a frente da Anya e da Aurya. Eu conseguia ouvi-las a falar em surdina com a rapariga de estilo desportivo. Suspirei irritada e virei-me mais para o vidro. 
- Psst - disse uma voz ao meu ouvido que eu consegui ouvir através da musica. 
Assustada olhei para trás vendo que o rosto do rapaz estava a centímetros do meu. Sentei-me afastando-me dele e tirei um auricular do ouvido. 
- Que foi? - Sussurrei para ele. 
- Se eu pudesse trocava com aquela rapariga que está com as tuas amigas mas ela meio que se assustou ao me ver -disse encolhendo os ombros. 
Franzi a testa, ele estava a sorrir divertido e estava com o lápis na orelha. Ele não parecia preocupado com a minha irritação ou com pena de mim apenas parecia que estava gozar comigo. 
- Porque será? - Perguntei ironicamente, revirando os olhos. 
- Porque sou bonito demais para uma rapariga conseguir olhar para mim. 
Ele estaria absolutamente correto se ele sorrisse mais. Mas não consegui deixar de rir da sua resposta. Ele deu meio sorriso e voltou ao desenho. Eu apertei mais o cobertor até aos ombros e encostei me ao banco pondo os pés na barra esticando-me. Pelo canto do olho conseguia ver que ele me olhava com outro meio sorriso, mas eu ignorei. Clary estava a olhar para mim desconfiada, eu franzi o sobrolho e ela soletrou com a boca "estás bem?" e eu acenei discretamente. 
- As tuas amigas estão preocupadas contigo - disse o rapaz a minha beira olhando para o caderno - elas acham que eu que te vou morder?
Eu não sei se aquilo foi uma pergunta ou uma afirmação, mas corei quando me apercebi que ele tinha ouvido o que eu dissera. 
- Eu... ham... elas - gaguejei e ele começou a se rir com a minha expressão. 
- Está tudo bem - disse tranquilizando-me - eu percebo, não dou uma boa primeira impressão
Mordi o lábio, percebendo que não me importava com aparência dele era apenas os seus olhos que me incomodavam imenso. 
- Nora - Alguém sussurrou no corredor, virei e vi que era Clary. - Podes me emprestar o mp3? Eu esqueci-me do meu.
- Claro, eu tenho os auriculares do telemóvel na mochila - disse tirando o mp3 dando-lhe. 
- Obrigada - disse sorrindo antes de se virar para o corredor para ir para o lugar. 
Peguei na mochila e comecei a procura dos auriculares, mas não encontrei nada. Resmunguei entre dentes pondo a mochila no chão e encostei-me ao banco olhando para o vidro. 
- Problemas no paraíso? - Perguntou-me o rapaz. -  O que se passa?
Olhei para ele e vi que ele estava a desligar a luz olhando para mim com um sorriso malicioso. 
- Esqueci-me dos meus auriculares. 
- Hum - murmurou pegando no seu mp3 - é pena. 
Revirei os olhos e encostei-me ao vidro fechando os olhos para dormir. Segundos depois ouvi uma musica perto de mim e ele me pôs um auricular no ouvido. Era uma musica dos imagine dragons, it's time. Olhei para trás e vi-o relaxado contra o banco como se tivesse a dormir com um auricular no ouvido. 
- Obrigado - murmurei esticando as pernas na barra. 
- De nada Nora. 
Corei de novo e virei-me para a frente de maneira que não puxasse o auscultador dele e fechei os olhos para dormir. 
- Então porque estás aqui? - Perguntou de repente. 
Abri os olhos e olhei para ele confusa vendo que ele estava com os olhos fechados. 
- Aqui... tipo no mundo, o meu propósito na vida ou aqui neste banco? 
Ele riu-se levemente e puxou as mangas para cobrir as tatuagens. 
- Não, aqui nesta viagem. 
Eu olhei para a frente para onde as raparigas estavam, elas estavam a dormir, Clary estava contra o apoio de braço e Anya também e a Aurya devia de estar contra a janela.
- Elas convenceram-me a ir nesta viagem, dizem que eu precisava de um tempo fora disto tudo - murmurei puxando mais a manta para mim. 
- Porque é que precisas de um tempo? 
Olhei para as minhas mãos um pouco sem saber o que dizer. Ele era um desconhecido, não o conhecia de lado nenhum, nem sabia o seu nome.
- É complicado...
- Problemas com o namorado? - Perguntou um pouco com a voz rouca. 
Olhei para ele e vi que ele me olhava com o rosto serio e os olhos a transmitir simpatia. 
- Acho que isso não é nada da tua conta. 
- É verdade... Ele deve ter sido uma besta então!
Não disse nada apenas continuei a ouvir a musica. Eu não ia chorar de novo! Engoli as lágrimas e olhei para a janela. 
- Ei! Desculpa, eu não sabia - disse baixo a minha beira e mexeu se desconfortável no banco. - Não ligues ao que eu digo, eu sou um pouco insensível, falo sem pensar. 
- Não faz mal - disse olhando para ele de novo. - E tu que fazes nesta viagem?
- Espairecer. - Disse encolhendo os ombros mas o seu olhar estava estranho muito intenso preso no passado. 
- Estou a ver. Problemas com a namorado ou com o namorado?
Ele olhou para mim de boca aberta e então começou a se rir, atrás de nós uma senhora se levantou rapidamente. 
- Shhhh, silêncio!
 Ele parou logo e olhamos um para o outro tentando não rir com a situação. Ele chegou-se a mim e sussurrou. 
- Problemas com a namorada mas como tu disseste isso não e da tua conta e acho que devemos de dormir se não ainda nós expulsão daqui.
Eu concordei e ajeitei a manta encostando-me ao banco e fechei os olhos tentando dormir. Passado uns dez minutos não conseguia, abri os olhos e vi que ele estava deitado com a cabeça virada para mim e tremia com os braços cruzados sobre si, puxei a manta cobrindo-o e encostei-me ao banco contra o vidro fechando os olhos. 
- Porque fizeste isso? 
Abri os olhos e vi que ele estava a olhar para mim confuso. 
- Vi que estavas com frio - disse encolhendo os ombros. 
- Tu não me conheces de lado nenhum. 
- É verdade mas eu não sou pessoa de ignorar e a manta chega para os dois, não faz mal. 
- Tu nem sabes o meu nome. 
Eu encolhi os ombros fazendo uma careta. 
- Chamo-me Taylor, já agora. 
Eu tirei o auricular do ouvido e dei-lho. 
- Nora, mas já sabes. - Disse encolhendo-me no banco adormecendo. 


it's time - imagine dragons


sábado, 26 de outubro de 2013

Começo

Olá, 
o meu nome é Patrícia Ferreira tenho 19 anos e há 3 anos que escrevo historias e por isso criei este blog para publicar algumas histórias minhas... espero que gostem...
A primeira história é dividida em 4 partes, todas vistas de um ponto diferente da historia e elas entrelaçam entre si para que não haja confusão. A primeira parte é de Nora, uma rapariga que acabou um relacionamento de 2 anos e para esquecer o sucedido combina uma viagem com 3 amigas em direção a Toledo. 
Todos os fim de semanas vou tentar escrever uma parte e publicar aqui. Obrigado e espero que gostem. 
Peace!