sexta-feira, 30 de maio de 2014

Refugio - Vizinho Perfeito, 5#

5º Parte
Tinha acabado a minha aula de inglês e só me apetecia sair a gritar de casa, estava farta daquela professora, estava farta de estar pesa aqui... Parei no meio do corredor que ia dar ao meu quarto, William me enfrentara com isto e agora estava a engolir as minhas próprias palavras... boa! Fantástico! Eu tinha que resolver tudo com William de uma vez por todas. A está hora sabia que ele estava em casa no seu quarto, eu foi para o meu quarto e abri a porta...
Congelei a olhar para a janela, ele estava lá e não estava sozinho... Liam estava deitado na cama a olhar para Ash que estava de pé a tirar um vestido vermelho devagar enquanto falava com ele. Eu engoli em seco e fechei a porta rapidamente, encostando-me a ela caindo de joelhos, o que raio andava a pensar? É claro que ele namorava com ela, é claro que ele estava a mentir quando dizia que não. Óbvio... Óbvio... Óbvio...
Bufei, era tão parva pensar... o que raio andava a pensar? Que talvez ele sentisse algo por mim? Era tão parva... eu não devia de ter me iludido.
Levantei-me e passei a mão pelo cabelo apertando-o num coque enquanto descia as escadas em direcção a cozinha, peguei numa garrafa de água e procurei por algo para comer. A melhor coisa a fazer era continuar a ignora-lo, pensei enquanto ia ao frigorífico, mas nesse momento foi agarrada por trás virada e antes que pudesse fazer alguma coisa taparam-me a boca, olhei assustada e apercebi-me que era William.
- O que é que estás a fazer? - Perguntei contra a sua mão, só que a minha voz saiu abafada.
Ele levou o indicador aos lábios para que eu não dissesse nada, piscou o olho e saiu da cozinha subindo para os quartos, olhei para a porta espantada, mas não tive tempo de reagir quando começaram a bater na porta da cozinha, confusa abri-a e vi que era Ash parecendo furiosa, com o vestido amarrotado, e a bufar irritada.
- Onde está ele? - Perguntou mas eu não tive como responder quando ela me empurra e entra na casa.
Eu fiquei a olhar para a porta do corredor admirada. O que raio?
Tirando a confusão que sentia da cabeça subi indo atrás de Ash que estava no meu quarto a olhar por baixo da cama, quando entrei ela estava a dirigir-se para as escadas eu coloquei a mão na escada impedindo-a de subir.
- Ele não entrou aqui -disse olhando vendo que parecia louca.
Ela avançou e ficou a centímetros de mim ao ponto de conseguir sentir o cheiro do seu perfume.
- Afasta-te dele - disse olhando me com raiva antes de me dar um encontrão e sair do quarto.
Verifiquei que ela tinha mesmo saído da casa e subi para o meu quarto vendo que ele não estava em lado nenhum subi para o meu refugio que ficava no sótão, que era grande e amplo de tecto inclinado, numa das paredes maiores tinha cerca de dezenas fotos que tirara ao longo dos anos formando uma parede de fotografias, a frente da parede um safo antigo vermelho virado para uma televisão que estava numa estante cheio de livros que eu não tinha permissão de ter, como por exemplo Literatura Fantástica, Romances, etc.
Liam estava de pé e corei ao ver que ele estava a ver as fotos.
- Ela já se foi embora - disse encostando-me a estante observando-o.
Ele acenou e continuo a olhar para a parede. Eu suspirei e sentei-me num dos puffs.
- Este é o famoso refugio?
- Hum...
- Porque lhe chamas refugio? - Perguntou olhando para mim por cima do ombro.
- É um sitio onde posso fugir de tudo e não ter que lidar com nada do que se passa na minha vida - disse encolhendo os ombros.
- Ainda dizes que estás bem em ficar fechada nesta casa e não ir para uma escola? - Perguntou-me analisando-me.
- Ainda dizes que não se passa nada contigo e com a Ash?
- Nada mesmo - disse desviando o olhar para a parede, encolhendo os ombros. - Aquilo que se passou no quarto... eu não estava a espera, estávamos a falar do nosso trabalho quando de repente ela beijou-me e empurrou-me para a cama e de repente estava nua... eu nem entendi o que se passou só sabia que tinha que fugir. Estás fotos, Eve, são lindas.
- Obrigada - disse vendo a passar pela parede observando tudo antes de se virar e sentar-se no sofá.
Ele olhou-me e eu entreguei-lhe o post-it que a sua mãe escrevera, ele leu e ficou incrédulo a olhar para mim.
- É por isto que me andavas a perguntar se os nossos pais nos conhecia? "Afasta-te do meu filho e da minha família, James, eu não quero voltar a repetir! E diz a tua filha para parar de falar com o meu filho! Deixa o passado como está, não há maneira de altera-lo! Maggie." - leu em voz alta. - O que raio isto significa, o que é está a se passar no passado deles?
- Eu não sei, mas acho que temos que descobrir.
Ele acenou mas olhou-me como se tivesse a espera de algo.
- Desculpa o que viste, eu nem sei o que dizer. - Disse olhando para mim.
- Acontece - disse sorrindo. - Mas aquela Ash é louca.
- Ela não entende que nao pode ter nada comigo. Eu prefiro mil vezes uma rapariga que conheci a pouco tempo, linda, teimosa... toca violino.
Corei e levantei-me para pegar no meu tablet.
- É melhor começarmos a pesquisar.
- O que achas que vamos encontrar? - Perguntou olhando para mim.
- Não sei, mas temos que fazer isto.


Continua...
1º parte - O Rapaz Da Casa Ao Lado - Ver Aqui
2º Parte - Nem Tudo É Perfeito - Ver Aqui
3º Parte - Inevitável - Ver aqui
4º Parte- Águas Profundas - Ver aqui
6º Parte - Persuasão depois de A Prisioneira, Cinthya do Conto One Day
Love Peace and Write
Kisses Lovewriters

quinta-feira, 29 de maio de 2014

Extra Destaque da Semana - An Open Book de D. Santos

Está semana apeteceu-me criar um extra destaque para o blog e aqui está:
An Open Book de +D. Santos



LPW: Como surgiu o blog?
D. Santos: Criei o An Open Book porque tinha saudades da blogosfera - já tivera outro blog, mas acabei por o eliminar, pois não me sentia confortável com algumas coisas.

LPW: De onde veio a ideia?
D: Sentia que precisava de arranjar um espaço onde pudesse partilhar qualquer coisa que me viesse à mente, expressar a minha opinião e interagir com pessoas novas, de modo a saber o ponto de vista delas.

LPW: Sobre o que fala o blog?
D: Tenho críticas literárias, algumas divulgações de livros e, sobretudo, pensamentos soltos, aos quais chamei de Devaneios da Alma. Além disto, tenho entrevistas e, por vezes, comentários sobre temas diversos, incluindo do meu dia-a-dia.

LPW: De onde veio o nome?
D: O nome é para fazer contraste com aquilo que sou. Sou capaz de ser bastante "fechada" para grande parte das pessoas, incluindo amigos, mas no blog queria ser eu própria sem prensar no que os outros poderiam dizer. Seria como um livro aberto, para todos os que quisessem poderem perceber-me.

LPW: Como se sente em relação a reação das pessoas?
D: Sinto-me bem. A maioria dos bloggers é muito simpática, nunca tive grandes problemas. Claro que há sempre comentários mais para o lado negativo, mas não me incomoda. Gosto de ouvir todas as opiniões, independentemente do que digam.

LPW: Que objectivos tem sobre o blog?
D: De momento, não tenho nenhum objectivo em concreto. Talvez daqui a uns tempos fazer uma rubrica nova ou elaborar um projecto em parceria com outro blogger. Logo verei.

LPW: Que próximos destaques terá o blog?
D: Por agora, manterei o blog como está. Se algum dia me apetecer fazer uma coisa nova... bem, fá-lo-ei.

LPW: Quais são os seus blogues preferidos?
O blog da Valentina  e o da IceQueen 

LPW: Que hobbies tem alem do blog?
D: Ler tudo o que puder, escrever, tocar piano e clarinete, ver séries, estudar Latim, criar enigmas... Por norma é isto.


LPW: Que livro mais gosta?
D: Ah, esta é uma pergunta complicada, pois gosto de imensos livros... Todavia, a colecção Harry Potter é a que se sobressai. Eles conseguem reunir um pouco de tudo o que gosto: mistério, aventura e romance.


Obrigada D. Santos por está oportunidade. 
Espero que gostem Lovewriters. 

quarta-feira, 28 de maio de 2014

Anjo Caído, Enxerto (Divulgação)


Lovewriters,
estou a ler o livro Anjo Caído de Lauren Kate, e está disponível na editora Planeta um enxerto do primeiro capitulo. Espero que vos dei vontade de ler.





"NO PRINCÍPIO

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HELSTON, INGLATERRA

SETEMBRO DE 1854


Por volta da meia‑noite, os olhos dela tomaram finalmente forma. A expres­são era felina, meio decidida e meio hesitante, problemática. Sim, estavam mesmo bem aqueles olhos. Erguendo‑se para as sobrancelhas finas e ele­gantes, a poucos centímetros da cascata escura do cabelo.
Esticou o papel a todo o comprimento do braço para avaliar o pro­gresso do esboço. Era complicado trabalhar sem a ter à sua frente, mas, por outro lado, nunca conseguiria desenhar na sua presença. Desde que chegara de Londres, não, desde que a vira pela primeira vez, tivera de ter cuidado para a manter sempre à distância.
Aproximava‑se agora dele todos os dias e cada dia era mais difícil do que o anterior. Era por isso que se ia embora na manhã seguinte, para a Índia, para as Américas, não sabia para onde nem se importava. Qualquer sítio seria mais fácil do que estar aqui.
Inclinou‑se de novo sobre o desenho, suspirou e usou o polegar para aperfeiçoar o beicinho traçado a carvão do seu lábio inferior polpudo. Este papel inanimado, cruel impostor, era a única forma de a levar com ele.
Então, endireitando‑se na cadeira de couro da biblioteca, sentiu‑a. Aquela pincelada de ardor na parte de trás do pescoço.
Ela.
A sua mera proximidade provocou‑lhe uma sensação muito peculiar, como o tipo de calor que é emitido quando um pedaço de lenha se desfaz em cinza numa lareira. Soube, sem se virar: ela estava ali. Cobriu o retrato que gizava nos papéis encadernados que tinha sobre o colo, mas não podia escapar‑lhe.
Os olhos demoraram‑se no canapé estofado cor de marfim do outro lado da saleta, onde há apenas algumas horas ela surgira inesperadamente, mais tarde do que o resto do grupo, num vestido de seda cor‑de‑rosa, para aplaudir a filha mais velha do anfitrião de ambos que se esmerara no cravo. Lançou um olhar à janela, lá para fora para o alpendre, onde no dia anterior se aproximara sorrateiramente dele, com um punhado de peónias silvestres brancas na mão. Ainda pensava que a força que a atraía para ele era ino­cente, que os seus encontros frequentes no belveder eram meramente… coincidências felizes. Como era ingénua! Nunca lhe diria nada em contrá­rio, o segredo era dele, arcaria com ele.
Ergueu‑se e virou‑se, os esboços pousados na cadeira de couro. E lá estava ela, comprimida contra a cortina de veludo cor de rubi no seu sim­ples penteador branco. O cabelo negro soltara‑se da trança. A expressão no rosto era a mesma que desenhara tantas vezes. Lá estava o fogo, a subir‑lhe nas faces. Estava zangada? Inibida? Desejava ardentemente saber, mas não se atrevia a perguntar.
– O que está aqui a fazer? – Detectou a rispidez na sua voz e lamentou a brusquidão, sabendo que ela nunca entenderia.
– Eu… não conseguia dormir – tartamudeou ela, avançando na direc­ção da lareira e da sua cadeira. – Vi a luz no seu quarto e depois… – fez uma pausa, olhando para as mãos – o seu baú à porta. Vai a algum lado?
– Ia dizer‑lhe… – Interrompeu‑se. Não devia mentir. Nunca preten­dera que ela ficasse a saber dos seus planos. Dizer‑lho só tornaria as coisas piores. Já deixara as coisas chegar demasiado longe, na esperança que desta vez fosse diferente.
Ela acercou‑se mais e os olhos detiveram‑se no caderno de esboços.
– Estava a desenhar‑me?
O tom sobressaltado recordou‑lhe como era grande o fosso entre o que ambos compreendiam. Apesar de todas as horas que tinham passado jun­tos nestas últimas semanas, ela estava muito longe de vislumbrar a verdade que se escondia por trás da atracção que existia entre os dois.
Isso era bom, ou pelo menos era melhor para ela. Nos últimos dias, desde que tomara a decisão de partir, lutara para se afastar dela. O esforço exigia tanto dele que, logo que ficava sozinho, tinha de ceder ao desejo reprimido de a desenhar. Enchera o caderno com páginas do seu pescoço arqueado, dos seus ombros de mármore, do abismo negro do cabelo.
Voltou a olhar para o esboço, não envergonhado por ter sido apanhado a desenhá‑la, mas pior. Um arrepio gelado percorreu‑o quando percebeu que a descoberta dela, a revelação dos seus sentimentos, a destruiria. Devia ter tido mais cuidado. Começava sempre assim.
– Leite quente com uma colher de sopa de melaço – murmurou, ainda de costas para ela.
Depois acrescentou com tristeza:
– Ajuda‑a a dormir.
– Como sabia? Ora, é exactamente o que a minha mãe costumava…
– Eu sei – retorquiu, virando‑se para a enfrentar.
O tom espantado da voz dela não o surpreendeu, porém não podia explicar‑lhe como sabia, ou dizer‑lhe quantas vezes lhe administrara esta mesma bebida no passado quando as sombras chegavam, como a abraçara até ela adormecer.
Quando lhe tocou foi como se algo o queimasse através da camisa, a mão dela pousada suavemente no seu ombro, fazendo‑o arquejar. Ainda não se tinham tocado nesta vida e o primeiro contacto deixava‑o sempre sem fôlego.
– Responda‑me – sussurrou ela. – Vai partir?
– Sim.
– Então leve‑me consigo – exclamou bruscamente.
Mesmo no momento certo, viu‑a suster a respiração, desejando retirar o que dissera, aquela súplica. Observou a evolução das emoções a instalar‑se no vinco entre os olhos. Sentir‑se‑ia impetuosa, depois desnorteada, a seguir envergonhada do seu próprio atrevimento. Fazia sempre isto e, demasiadas vezes anteriormente, cometera o erro de a consolar neste exacto instante.
– Não – sussurrou, recordando‑se… recordando‑se sempre… – Parto amanhã. Se se interessa um pouco por mim, não dirá nem mais uma palavra.
– Se me interesso por si – repetiu ela, quase como se falasse consigo mesma. – Eu… eu amo…
– Não.
– Tenho de dizê‑lo. Eu… eu amo‑o, tenho absoluta certeza e se par­tir…
– Se partir, salvo‑lhe a vida. – Falou lentamente, tentando chegar a alguma parte dela que pudesse recordar‑se. A lembrança estaria lá, enter­rada algures? – Algumas coisas são mais importantes do que o amor. Não está a entender, mas tem de confiar em mim.
Os olhos dela fulminaram‑no. Deu um passo atrás e cruzou os braços sobre o peito. A culpa desta atitude era sua também… Fazia sobressair sempre o seu lado desdenhoso quando falava com ela daquela maneira.
– Está a querer dizer que há coisas mais importantes do que isto? – desafiou‑o, pegando‑lhe nas mãos e puxando‑as para o seu coração.
Oh, quem lhe dera ser ela e não saber o que aí vinha! Ou pelo menos ser mais forte do que era e conseguir fazê‑la parar. Se não a fizesse parar, ela nunca aprenderia e o passado repetir‑se‑ia muito simplesmente, torturando‑os a ambos, vezes sem conta.
O calor familiar da pele dela sob as suas mãos obrigou‑o a inclinar a cabeça para trás e gemer. Estava a tentar ignorar o facto de ela se encontrar muito perto, de conhecer muito bem a sensação dos lábios dela nos seus, de se sentir tão ressentido por tudo isto ter de terminar. Mas os dedos dela eram tão leves nos seus. Sentia‑lhe o coração a bater com tanta força atra­vés do tecido de algodão fino.
Ela tinha razão. Não havia mais nada senão isto. Nunca houvera. Estava prestes a ceder e a tomá‑la nos seus braços quando lhe detectou a expres­são nos olhos. Como se tivesse visto um fantasma.
Foi ela que se afastou, uma mão na testa.
– Estou a ter uma sensação esquisitíssima – sussurrou.
Não… seria já demasiado tarde?
Os olhos dela estreitaram‑se tal como os desenhara no esboço e voltou a aproximar‑se dele, as mãos no seu peito, os lábios entreabertos e expec­tantes.
– Diga‑me que estou louca, mas juro que já aqui estive antes…
Então era mesmo demasiado tarde. Ergueu os olhos, a tremer e sentiu a escuridão a descer. Agarrou a última oportunidade de a aprisionar, de a abraçar com tanta força quanto ansiava há semanas.
Logo que os lábios dela se fundiram nos seus, ambos ficaram impoten¬tes. O sabor a. madressilva da boca dela entonteceu o. Quanto mais ela se comprimia contra ele, mais o seu estômago se agitava com a excitação e a dor daquilo tudo. A língua dela delineou a dele e o fogo entre eles ardeu mais brilhante, mais quente, mais poderoso a cada novo toque, a cada nova exploração. Contudo, nada daquilo era novo.
A sala estremeceu. Uma aura à volta deles começou a cintilar.
Ela não reparou em nada, não estava consciente de nada, não compreendia nada para além do beijo que trocavam.
Só ele sabia o que estava prestes a acontecer, que companhia sombria estava preparada para atacar o seu reencontro. Apesar de, mais uma vez, não ser capaz de alterar o curso das suas vidas, sabia.
As sombras rodopiavam directamente por cima das suas cabeças. Tão próximas que poderia ter lhes tocado. Tão próximas que se perguntou se ela conseguiria ouvir o que sussurravam. Viu a nuvem a passar lhe pelo rosto. Por um instante, vislumbrou um lampejo de reconhecimento a crescer lhe nos olhos.
Depois mais nada, absolutamente mais nada.




CAPÍTULO 1

• • •

Perfeitos Desconhecidos


Luce entrou de rompante no átrio iluminado a luz fluorescente do Inter­nato Sword & Cross dez minutos depois do que deveria. Uma monitora de peito cilíndrico, faces rosadas e uma prancheta com um bloco‑notas encai­xada debaixo de um bíceps de ferro estava já a dar ordens, o que significava que Luce chegara atrasada.
– Por isso recordem‑se, medicamentos, camas e vermelhos – ladrava a monitora para um grupo de três outros estudantes, todos voltados de costas para Luce. – Recordem‑se do básico e ninguém se magoa.
Luce apressou‑se a deslizar para trás do grupo. Ainda estava a tentar perceber se preenchera correctamente a pilha gigantesca de papelada, se esta guia de cabeça rapada à sua frente era um homem ou uma mulher, se haveria alguém para a ajudar a carregar este enorme saco de viagem, se os pais se iriam desfazer do seu amado Plymouth Fury logo que chegassem a casa depois de a terem largado aqui. Tinham andado a ameaçar vender o carro durante o Verão inteiro e agora tinham uma razão que nem Luce con­seguiria rebater: ninguém estava autorizado a ter um carro na nova escola de Luce. O seu novo reformatório, para ser mais precisa.
Ainda não se habituara à palavra.
– Poderia, hum, repetir isso? – perguntou à monitora. – O que era isso, medicamentos…?
– Ora, ora, vejam o que a tempestade nos trouxe – exclamou a moni­tora em voz alta.
E continuou, pronunciando lentamente:
– Medicamentos. Se és um dos alunos medicados, é aqui que vens para te manteres drogada, sã de espírito, a respirar, seja lá o que for.
Mulher, decidiu Luce, estudando a funcionária. Nenhum homem seria tão malicioso ao ponto de dizer tudo aquilo num tom de voz tão sacarino.
– Já percebi. – Luce sentiu o estômago dar uma volta. – Medicamentos."
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Anjo Caído, Série Anjo Caído de Lauren Kate (Divulgação)

E se a pessoa que lhe estava destinada nunca pudesse ser sua?
Edição/reimpressão: 2010
Páginas: 328
Editor: Editorial Planeta
ISBN: 9789896571252
Comprar na Wook e no Editorial Planeta

Sinopse
Existe qualquer coisa de dolorosamente familiar em Daniel Grigori. Misterioso e distante, prende a atenção de Luce Price logo que o vê no primeiro dia de aulas no internato Sword & Cross, em Savannah. É a única coisa boa num lugar onde os telemóveis são proibidos, os outros estudantes são tramados e as câmaras de segurança vigiam todos os movimentos. Excepto uma coisa: Daniel não quer ter nada a ver com Luce e faz o possível para tornar isso muito claro. Mas ela não consegue desistir. Atraída para ele como uma borboleta para uma chama, Luce tem de descobrir o que Daniel, desesperado, tenta manter em segredo… mesmo que a mate. Perigoso, excitante e sombriamente romântico, Anjo Caído é uma apaixonante e perfeita história de amor.
WOOK - www.wook.pt

terça-feira, 27 de maio de 2014

Destino Celestial de Mariza Martins - Opinião

Sinopse
Brenda Anderson é uma insegura jovem estudante que treme ao tentar visionar o seu futuro. É no início de um novo ano letivo que a sua vida agita-se de ação e emoção… assim que choca de encontro a um belo, mas mal-humorado colega.
Para além de cuidar do seu irmão, procurar mitigar o calor que Hayden faz vibrantemente correr nas suas veias e tentar decifrar o que se passa com o seu melhor amigo, Brenda tem ainda o problema que lhe tira noites de sono desde tenra idade… os seus malditos pesadelos.
Num inesperado ápice, Brenda deixa de ser uma mera humana e passa a ser vista como a milagrosa salvação de um povo constituído por Anjos. Com um Destino recheado de treinos, perigos, responsabilidades, poderes e mistérios, está nas mãos de Brenda o futuro desta espécie.
Estará ela preparada para se tornar a Guerreira que os Anjos tanto precisam? Será mesmo esse o seu verdadeiro Destino? Será ela suficientemente forte quando toda a verdade for desvendada? E quando descobrir que o caminho que a incitam a percorrer pode ameaçar o amor da sua vida?
Mergulha nas profundezas deste romance misterioso, pois estás destinado(a) a lê-lo.
Ler mais aqui
Ver entrevista da autora aqui

Opinião


Esqueçam os vampiros, esqueçam os anjos a proteger a rapariga, esqueçam que os anjos são bons e digam olá a guerreira.
Vamos começar pela capa bastante cativante apela ao tema do livro assim como o titulo tem muito a ver com a mensagem e a historia no livro.
O inicio começa de forma bastante interessante, deixa uma questão do porque é que a Brenda tem aqueles sonhos assim como o porquê do Erik ter um pressentimento sobre a chegada de Hellen, Hayden e Peter. No entanto as coisas começam a ficar ainda mais intrigantes no momento que a Brenda vai para Celestium. Tudo muda quando descobre que tem que proteger a raça de anjos e da humanidade. Mas tudo muda quando descobre o seu verdadeiro destino que pode significar destruir quem mais ama.
A historia está original, a historia dos criadores, dos anjos, dos supremos e do clã está bem constituída e apesar da falta de descrição de lugares da liberdade ao leitor de criar o ambiente da historia.

Algumas das Personagens:
Brenda - de ingénua a guerreira, meiga e bastante directa, bastante interessante e com os seus poderes torna-se bastante importante na vida dos anjos.
Hayden - bastante misterioso e charmoso assim como  perigoso na sua maneira.
Ituriel - um dos anjos criadores bastante interessante e galanteador, a sua personagem e fascinante e bastante original.

Aconselho vivamente o livro a todos que adoram ler e que adoram anjos, Mariza criou um universo fantástico sobre anjos e a sua historia.

segunda-feira, 26 de maio de 2014

O Vilão - Pensamento do Dia Tag 8#

Loverwriters,
vamos ser sinceros, há sempre um vilão num livro que nós nos apaixonamos, ou amamos, ou odiamos, por isso vou juntar uma Tag com o Pensamento do Dia. Espero que gostem.







1. O Vilão Amado 
O vilão que eu mais amo, que faz torcer até por ele é Cam de Anjo Caído de Lauren Kate, divertido e bastante giro que faz com que o leitor até fique a torcer por ele. Leiam e iram perceber.











2. O Vilão Odiado
O vilão mais odiado que eu não aguento ler nem por sombras, porque ele é horrível é sem duvida Sebastian
irmão de Clare da Colecção Caçadores das Sombras. Perverso e horrível e em tão diferentes maneiras que que chega a se odiar a personagem.






3. A Vilã Amada
Está será é claro... Afrodite da Casa Da Noite de P.C. Cast, de má para mais ou menos boa mas no lugar certo, fantástica e impossível não amar.















4. A Vilã Odiada
A Vilã mais odiada... foi difícil mas de pensar devo de dizer, Natalie de Academia dos Vampiros, que se faz
a vida negra de Lissa apesar de parecer inocente e ingénua ela demonstra ser na verdade uma verdadeira Vilã.






5. O Vilão Exagerado
Draco Malfoy nos primeiros livros, miúdo afectado com problemas dos pais, adoro-o mas pode-se considerar o exagerado nos livros Harry Potter.




6. O Vilão Familiar 

Larkin Ravenwood da serie Criaturas Maravilhosas, o mau da Família...






7. O Vilão Épico

Lord Voldemort, vá lá... quem mais? Ahahahaha












8. O Vilão Incrível

Ridley Ravenwood, fantástica e poderosa! Que de Vilã passa a Herói, amo!
Façam este tag e mandem eu publico :D
Espero que gostem


Mil Palavras, Resposta de Ler em Vez de Sonhar - Pensamento do dia Tag

Lovewriters a minha ultima publicação Mil Palavras teve uma resposta que amei de +Ler em Vez de Sonhar  espero que gostem:

Andreia Sobral de Ler em Vez de Sonhar.
Eu concordo, só acho que por vezes um gesto significa mais que uma palavra e que essas palavras são o máximo que podemos pedir, porque neste mundo existem muitas mentiras e as palavras perdem cada vez mais o seu valor e significado.

Destaque da Semana - Casa da Noite Portugal


Lovewriters, está semana o Destaque será o Blogue da Casa da Noite Portugal, espero que gostem.

Entrevista

LPW: Como surgiu o blog? / De onde veio a ideia? 
CDN: Não fui eu quem criou o blogue, este foi-me passado pela antiga dona.

LPW: Sobre o que fala o blog? 
CDN: O blogue é sobre uma série literária fantástica, a Casa da Noite, das autoras P.C. Cast e Kristin Cast.

LPW: Como se sente em relação a reacção das pessoas?
CDN:  Temos fãs muito fiéis. Com o filme ainda em estado indefinido e Portugal a acompanhar o lançamento de cada livro aquando o seu lançamento no país de origem, nem sempre conseguimos manter o blogue ativo. Mas os fãs mantêm-se fiéis ao blogue e à página do Facebook, seguindo todos os nossos passos. É com orgulho que posso dizer que fomos o primeiro blogue português sobre a série e somos o único que ainda se mantém de pé.

LPW: Que objectivos tem sobre o blog? 
CDN: O meu maior objectivo sobre o blogue é que continuemos com os fãs fantásticos que temos, consigamos arrecadar mais e que sejamos capazes de cumprir as suas expectativas.

LPW: Que próximos destaques terá o blog?
CDN: Não temos nada em mente. Tudo depende das novidades que surgirem.

LPW: Quais são os seus blogues preferidos?
Fifth Harmony Portugal,
Pretty Little Liars Portugal  e Irmandade da Adaga Negra Portugal

LPW: Que hobbies tem além do blog? 
CDN: Adoro ler, escrever e cantar.

LPW: Que livro mais gosta?
CDN; Não consigo escolher um livro preferido, mas já que a entrevista é sobre o meu blogue, vou escolher o meu preferido da série. Não é um, são dois. Traída e Escondida.

LPW: Quando foi criado?
CDN: O blogue foi criado a 27 de junho de 2009, mas só começou a funcionar a 1 de julho do mesmo ano. Nós contamos a partir da última data.

Pagina de Facebook aqui
Muito obrigada por está oportunidade ao pessoal do Blog.
Espero que gostem.

sábado, 24 de maio de 2014

Um Amor ao Luar de Emma Wildes (Divulgação)

Edição/reimpressão: 2014
Páginas: 296
Editor: Editorial Planeta
ISBN: 9789896574956
Comprar na Wook 

Sinopse
Quando Lady Elena Morrow de súbito desaparece, a família fica desesperada para a encontrar e para impedir que a história alastre pela sociedade londrina, antes que a sua reputação seja destruída. Infelizmente, pode ser impossível evitar um escândalo. O visconde Andrews, mais conhecido como o Corvo, o libertino mais célebre de Londres, desapareceu no mesmo momento. Benjamin Wallace, Lorde Heathton é pressionado para ajudar a encontrar Lady Elena antes que a associação com o desaparecimento de Andrews lhe ponha fim à inocência - presumindo que a jovem e vulnerável senhora queira ser encontrada…

WOOK - www.wook.pt

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Mil Palavras- Pensamento do dia Tag



Existem palavras que são ditas  através de um simples olhar, palavras essas que as vezes servem como recurso ao que falta numa conversa, assim como um simples gesto pode dizer mais de mil palavras. Um abraço pode significar o mundo, um piscar de olhos pode fazer o teu mundo parar, um simples contacto pode te assegurar que não és indiferente a essa pessoa.


Mas as vezes gestos não chegam, as vezes falta uma simples palavra para assegurar que não somos esquecidos e que não somos importantes.
Que acham? É verdade?

Tag - Onde Pertences? Garras 2#

Lovewriters,
a resposta do Primeiro Tag é... Hush Hush, de Becca Fitzpatrick, parabéns a Andreia Sobral, Mariza Martins, D. Santos e a um anonimo que colocaram a resposta certa. Vamos para o segundo?

Eu resolvi chamar a este Garras.
Este livro infelizmente tem apenas o primeiro da colecção publicado. É do género fantástico. Vai ser complicado de adivinhar este, mas vamos ver quem acerta.

1º Pista

Voar
Está imagem tem a ver com a primeira parte do livro é também importante.

2º Pista

O Caçador.
3º Parte:
Garras, asas e.... não posso dizer mais. 
Sabem onde pertencem?

  

quarta-feira, 21 de maio de 2014

Os aromas do amor de Dorothy Koomson (Divulgação)

Edição/reimpressão: 2014
Páginas: 472
Editor: Porto Editora
ISBN: 978-972-0-04618-5
Idioma: Português
Comprar em Wook e Porta Editora
Ler alguns capítulos.

Sinopse
Procuro a combinação perfeita de aromas; o sabor que eras tu. Se o encontrar, sei que voltarás para mim.
Passaram-se 18 meses desde a morte de Joel, o marido de Saffron, e o culpado nunca foi descoberto.
Agora, fazendo os possíveis para lidar com a perda, Saffron decide terminar Os Aromas do Amor, o livro de receitas que Joel tinha começado a escrever antes da sua trágica morte.
Quando, finalmente, tudo parece ter voltado à normalidade, a filha de 14 anos de Saffron faz uma revelação chocante que abala a relação entre ambas. E, ao mesmo tempo, cartas misteriosas lançam uma nova luz sobre a morte de Joel.
Será um grande amor capaz de sobreviver à maior das perdas?

Razões - Pensamento do Dia



Há momentos no dia que parece que tudo corre numa direcção quando na verdade parece que tudo acontece por uma razão, as vezes a um razão para que tudo acontece, as vezes alguém é mais importante do que parece. As vezes há uma razão para tudo. Apenas temos que dar um passo atrás e ver o quadro todo.
O que vocês acham? Já aconteceu?

PF.

segunda-feira, 19 de maio de 2014

A Vida São Dois Dias, Resposta de An Open Book - Pensamento do Dia Tag

Lovewriters aqui está a resposta de +D. Santos ao Tag A Vida São Dois Dias, ela tem sido uma grande comentadora no meu cantinho :D

D.Santos autora de An Open Book:
A morte mais surpreendente foi a do Fred, de HP... foi horrível.









A mais sofrida, para mim, foi a da Bianca, da saga
 Evernight. A única morte que pode ser considerada ridícula/estúpida, por achar desnecessária, é a da Hermyony, de DC.

Adoro!!!

Lovewriters acabei de conhecer este cantinho e amei!!!!! Está 5* visitem o Blog Mil Folhas.


Tag Onde Pertences? 1#


Lovewriters aqui está o novo Tag, que consiste em vocês adivinharem o livro através das imagens e das pistas que darei. 
Espero que gostem.

Capitulo 8

Pistas:
Género: Literatura Fantástica
 A escritora é estrangeira. 
Uma citação do Livro: 
"- Também cheiras bem - disse ele.
- Chama-se duche - respondi, olhando em frente. Quando vi que não respondia, virei-me para o lado. - Sabonete, champô, água quente.
- Sem roupa. Sei como é."
Há uma cena com uma montanha russa e outra num jogo de bilhar. 
Onde pertencem?

Capitulo 2



Destaque da Semana - Uma Biblioteca em Construção


Lovewrirters o destaque desta semana é a entrevista a Claudia autora de Uma Biblioteca em Construção espero que gostem. 

LPW:  Sobre o que fala o blog?
Claudia: O blogue é focado nos meus interesses literários. Para além das minhas opiniões aos livros que vou lendo, tem também a divulgação de novidades, a apresentação de algumas curiosidades ligadas a livros, passatempos e duas rubricas que só funcionam graças à interacção com os leitores.

LPW: Quando foi criado?
Claudia: A 8 de maio de 2012.

LPW: De onde veio o nome?
Claudia: O nome não foi fácil de encontrar. Queria há muito começar o blogue mas tinha sempre dúvidas quanto ao nome a dar-lhe. Afinal, é uma decisão importante! Depois de muitas indecisões escolhi “Uma Biblioteca em Construção” pois está ligado ao tema principal do blogue mas também ao objetivo pessoal de não parar de aumentar a minha biblioteca pessoal.  Ela está em permanente construção.

LPW: Como se sente em relação à reacção das pessoas?
ClaudiaMuito bem. No início fiquei admirada por perceber que o meu blogue estava realmente a ser lido e seguido por um número crescente de pessoas e agora fico muito satisfeita por já ter ele ter conquistado um espaço próprio. Os comentários são geralmente positivos e mesmo os negativos acabam por ser construtivos, o que é muito bom. 

LPW: Que objectivos tem sobre o blog?
Claudia: O objectivo principal é manter um espaço que me interesse. Afinal, ao início comecei a escrevê-lo para mim e é assim que quero manter. Acho importante criar algo que me agrade em vez de algo que julgo que vá agradar, pois só dessa forma é possível continuar a gostar de desenvolver este projeto e mantê-lo com um toque tão próprio.

LPW: Quais são os seus blogues preferidos?
Claudia: Sigo alguns blogues e não consigo escolher qual prefiro. Há uns que têm opiniões interessantes e bem estruturadas, outros que me cativam pelo tom, outros que prendem pela criatividade na abordagem de certos temas e outros ainda que desvendam um blogger com o qual me identifico. Por estas razões, as minhas desculpas mas não consigo eleger um.

LPW: Que hobbies tem além do blog?
Claudia: Ver séries, ver filmes, passear por sítios que já conheço e outros novos, estar com os amigos, fazer desporto, ouvir música, ir a concertos, visitar livrarias, e muitos outros. 

LPW: Que livro mais gosta?
Claudia: Não é fácil responder a esta pergunta. Existem muitos livros que me marcaram, por isso não consigo escolher apenas um. Contudo, posso dizer que são quase todos do género fantástico. Já é alguma coisa!

Espero que gostem :D

domingo, 18 de maio de 2014

Promessa de Sangue, Academia de Vampiros - Volume 4 de Richelle Mead (Opinião)

Sinopse
A saga continua e uma vez mais o amor tem de superar todas as dificuldades. A vida de Rose Hathaway nunca mais será a mesma… O recente ataque à Academia São Vladimir devastou por completo o mundo dos Moroi. Muitos morreram e os poucos que foram levados com vida pelos Strigoi esperam um destino ainda pior… Porém, apenas uma vítima importa: Dimitri Belikov. Rose vai ter de escolher entre cumprir a sua promessa e proteger Lissa - a sua melhor amiga e a última das princesas Dragomir - ou abandonar a Academia e dar caça ao homem que ama. Deverá Rose ir até ao fim do mundo para encontrar Dimitri e cumprir a promessa que ele lhe suplicou que fizesse? Terá ela força para destruir Dimitri ou irá sacrificar-se pela oportunidade de um amor eterno?
Ver mais aqui.

Opinião:
Dramático, intenso e emocionante. São três das palavras que me passam pela cabeça depois de ler este livro, dai marcar 5*.
A história começa na Rússia com Rose a procura de Dimitri que tornou-se Strigoi á força numa batalha para resgatar Morois, ela tinha que o matar, era o seu desejo, era a sua missão. Acreditando no espírito de Mason, vai para onde acha que Dimitri está na sua cidade natal, Baia. No entanto quando o encontra tem um dilema, viver para sempre com o amor da sua vida ou mata-lo.
Durante a historia, nota-se o amor e a duvida de Rose assim como o sacrifício que ela fizera deixando Lissa para trás. Quando ela encontra Dimitri o ritmo da história parece tomar um ritmo mais contagiante com o suceder das acções de ambos, é inebriante e exitante.
As melhores partes foram a luta entre Dimitri e Rose, e a luta entre Avery, Lissa, Rose, Reed e Oksana, que fora no mínimo espectacular.
Claro que o final só incentiva o leitor a ler o próximo livro.



sexta-feira, 16 de maio de 2014

Porque não um Novo Tag?

Lovewriters, eu estou a pensar em fazer uma brincadeira mas vou precisar da vossa ajuda para decidir.
Eu estou a pensar em fazer um Tag chamado, A que Livro pertences?, eu ainda não tenho certeza deste titulo, podem dar sugestões. Este Tag vai consistir em desafios de imagens e pistas em que tem que adivinhar há que livro pertence. Que acham?
Ex:
A quem pertence?

Mudei o fundo (outra vez) :D

Que acham?

A Vida São Dois Dias - Pensamento do Dia Tag


Sabem quando estão a ler um livro e a personagem morre? Há um vazio. Nós construímos a personagem na nossa cabeça e quando ela morre nós sentimos. Sempre sentimos. Devo de dizer que todas mortes me tocaram, não há nenhuma que seja indiferente. Mas a mais surpreendente morte foi a de Dimitri no livro Beijo das Sombras, assim como o surpreendente final dele no quarto livro Promessa de Sangue. Não posso dizer mais nada se não estou estou a estragar o final a uma amiga minha, Sorry +Ler em Vez de Sonhar .
Agora Lovewriters,
respondam a estás perguntas:
Morte mais sofrida?
Morte mais estúpida?
Morte mais ridícula?
E a morte mais surpreendente?
Respondam eu publico.


Entrevistada por Ben Oliveira - Destaques


Lovewriters há um dias coloquei um Extra dos Destaques da Semana, onde eu entrevistei o autor do Blog do Ben Oliveira, acontece que +Ben Oliveira  também me entrevistou podem ler a entrevista aqui.
Espero que gostem
Love Peace and Write

O Vilão e o Heroi, resposta de D.Santos - Tag Pensamento do Dia

Um pouco atrasada reparei que tinha uma resposta para um dos pensamentos do dia e esqueci-me de publicar, desculpa +D. Santos, esqueci-me por completo.  O Vilão e o Heroi - Tag Pensamento do Dia


Autora de An Open Book, D.Santos:
Para Herói escolhia Eragon do Ciclo Herança, de Christopher Paolini.









Para Vilão... escolhia Bellatrix, de Harry Potter, porque ela é um bocado má e, ao mesmo tempo, fantástica.

quinta-feira, 15 de maio de 2014

Na Sombra da Noite, Irmandade da Adaga Negra - Volume I de J. R. Ward

Seis guerreiros vampiros, amantes perigosos e irmãos de sangue vêm até si neste livro verdadeiramente poderoso.
Edição/reimpressão: 2009
Páginas: 428
Editor: Casa das Letras
ISBN: 9789724619088
Comprar na Wook e na Casa das Letras

Sinopse
Nas sombras da noite da cidade de Caldwell, em Nova Iorque, trava-se uma guerra territorial entre vampiros e seus caçadores. Ali existe um bando secreto de irmãos sem igual - seis guerreiros vampiros, defensores da sua raça. Mas nenhum deseja mais a morte dos seus inimigos que Wrath, o chefe da Irmandade da Adaga Negra.
Único vampiro de puro-sangue que resta no mundo, Wrath tem contas a ajustar com os matadores que lhe levaram os pais, séculos atrás. Mas quando um dos seus mais estimados combatentes é assassinado - deixando órfã uma filha meio-sangue desconhecedora da sua herança e do seu destino - Wrath tem de tratar do acolhimento da bela fêmea no mundo dos não-mortos.
Transformada por uma inquietude no seu corpo que não conhecia, Beth Randall não tem defesas contra o homem perigosamente excitante que vem visitá-la durante a noite, com os olhos encobertos. As suas histórias de irmandade e sangue assustam-na. Mas o seu toque acende uma fonte crescente que ameaça consumir ambos.

Críticas de imprensa
«Deliciosamente arrojado, sensual e arrepiante!»
Romantic Times

«Um romance espantoso, instantaneamente viciante. Caímos num tornado nocturno de personagens perigosas e relações de um erotismo arrepiante. Amantes da fantasia negra: aqui está o que há muito mereciam.»
Booklist