A Espada de Shannara - Opinião




Chancela: Saida de Emergência
Coleção: BANG
Saga/Série: A Espada de Shannara  Nº: 1
Data 1ª Edição: 06/05/2015
ISBN: 9789896377151
Nº de Páginas: 560
Dimensões: [160x230]mm
Encadernação: Capa Mole
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Sinopse
Uma das mais épicas sagas de fantasia de sempre.

Dizem as lendas que as Grandes Guerras do Passado destruíram todo o mundo. Mas, a viver em paz no bucólico Vale Sombrio, o meio elfo Shea Ohmsford pouco sabe sobre esses conflitos.
Até ao dia em que ressurge uma terrível ameaça: o Lorde Feiticeiro, que todos julgavam morto, planeia regressar e destruir o mundo para sempre. A única arma capaz de deter esse poder das trevas é a Espada de Shannara, que apenas pode ser usada por um herdeiro legítimo de Shannara. Shea é o último dessa linhagem, e é sobre os seus ombros que repousam as esperanças de todas as raças.
Por isso, quando um aterrorizante Portador da Caveira enviado pelo Lorde Feiticeiro voa até ao Vale Sombrio para destruir Shea, este sabe que acabou de começar a maior aventura da sua vida.

Assim começa esta saga emocionante de Terry Brooks, uma das mais épicas sagas de fantasia de sempre.




OPINIÃO


Bem, eu sou fã de J.K.Tolkien, tudo o que tenha seres míticos, eu adoro. Mas no entanto, a Espada é um livro que sai um pouco da minha zona de conforto, é um livro repleto de acção com reinos antigos, viagens por um reino misterioso, e bastante... "masculino". Algo que já não estou habituada,  dai ter demorado neste livro. 

O texto em Espada de Shannara, é quase inexistente em dialogo, o escritor empenhou-se primeiramente, em criar um mundo fantástico, e descrever a viagem de Shea Ohsmsford, Flick Ohsmsford e Menion Leah até Panamor, mandados pelo místico Allannon um antigo druida das guerras antigas que previu o regresso do Lorde Feiticeiro. Devido ao facto de ser uma viagem extensa, e não chegar ao centro da questão- A Espada -, as vezes tornava-se frustrante para mim continuar a ler.

 Mas tirando esse facto, a historia é repleta de momentos em que o grupo constituido, por dois elfos, os dois sulistas (Shea e Flick), Allanon, Balinor o príncipe, Menion Leah princepe de Leah e Hendel o anão , se unem para um propósito, evitar novamente uma grande guerra, ajudando Shea que é um descendente de Jerle de Shannara a encontrar a Espada para poder derrotar o Lorde Feiticeiro. 

Mais tarde, devido a dificuldades nas suas viagens, tem que se separar, e Shea conhece mais 3 personagens, Pannamon, Keltset e Orl Fane, ladrões que na caça a espada, os seus destinos se cruzem. Pannamon um ladrão nato apesar de no inicio não confiar em Shea, ajuda-o ao lado de Keltset, um troll de Pedra com um enorme segredo, a ir atras de Orl Fane, um gnomo maluco que afirma saber o verdadeiro paradeiro da Espada. 

Devo de dizer, que apesar das dificuldades de ler este livro, por razões que já mencionei, também comecei um novo emprego onde "roubou" grande parte do meu tempo, dai ainda menos tempo ter para ler; o livro é fantástico de se ler, mas a única vez que comecei a ganhar ritmo foi a mais de metade do livro, quando o grupo se separa e a historia começa a desvendar os segredos de cada uma das personagens. 

 As minhas personagens favoritas neste livro, é Hendel o anão de diferentes humores, que eu adoro pela maneira como ele arrisca a sua vida, a sua determinação é de louvar. Balinor o herdeiro de Tyris, por ser uma personagem calma e muito determinada na sua viagem. Pannamon, por ser o ladrão mais fiel as suas crenças e aos seus companheiros. E claro por Shea por ser um rapaz, normal, mas com muitas inseguranças que vemos a crescer ao longo da historia. E bem por razões que já vem da serie das Cronicas de Shannara adoro, Allanon, o druida misterioso, que as vezes eu queria bater pelo mistério que estava envolto com ele e com a Espada. 

Do local favorito devo de dizer que foi Tyris, e Kern com a princesa que Leah salva dos gnomos malvados e também o Salão dos Reis, onde a acção começa cada vez mais a ser complicada, com aparições de espiritos, de profecias e de desaparecimentos. 

O final sem duvida é épico, que salta de local para local, da guerra em Tyris, para o que acontecia nas montanhas da Caveira, tornando ainda mais envolvente, no decorrer da acção. Devo de dizer que fiquei triste com alguns finais de personagens, chocada talvez. 

Mas mesmo assim toda a historia é envolvente, com traições, um pouco de nada de romance (com Leah- spoiler alert), um pouco de guerra, um senso de irmandade e muito mistério. Espero que está opinião façam com que abrem este fantástico livro. Eu em breve irei ler o segundo. 

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