Jardins da Lua - Opinião



Sinopse
O primeiro volume de uma obra-prima que revolucionou a fantasia Épica
Quebrado pela guerra, o vasto império Malazano ferve de descontentamento. Os Queimadores de Pontes do Sargento Whiskeyjack e Tattersail, a feiticeira sobrevivente, nada mais desejam do que chorar os mortos do cerco de Pale. Mas Darujhistan, a última das Cidades Livres, ainda resiste perante a ambição sem limites da Imperatriz Laseen.
Todavia, parece que o Império não está sozinho neste grande jogo. Sinistras forças das trevas estão a ser reunidas à medida que os próprios deuses se preparam para entrar na contenda…
Concebido e escrito a uma escala panorâmica, Jardins da Lua é uma fantasia épica da mais elevada qualidade, uma aventura cativante da autoria de uma excecional nova voz.

Este livro foi sem duvida um desafio, do começo ao fim, eu nunca me senti tão baralhada e ao mesmo tempo tão admirada com tal mundo. Neste livro, logo no inicio a historia começa guerras e os jogos das personagens. Uma pessoa é apresentada a uma cidade/mundo primitivo. E infelizmente, a teia de personagens e acontecimentos é tão intensa e tão desconcentraste que no inicio ficamos ligeiramente perdidas. E é quase como cada acontecimento tivesse uma finalidade e influenciasse cada acontecimento.

-Qualquer decisão que tomes pode mudar o mundo. A melhor vida é aquela que os deuses não notam. Se tu quiseres viver livre, vive sem fazer muito barulho.
A historia rodeia um império que pretende ser dono de tudo, no entanto, o que a imperadora Lassen não contava era que os deuses influenciassem todas os seus movimentos. É uma leitura tão complexa que maior parte das vezes não fazia ideia de quem é que eram os maus ou quem eram os bons. Para ser ainda mais sincera, eu só confiei em 3 personagens. Paran o soldado imortal escolhido pelos deuses, Tattersail, a feiticeira que eu mais adoro e Crokus o portador da Moeda.

Este livro não é nada a minha praia, de facto, sai tanto da minha praia que não faço ideia se gosto assim tanto dele. É uma boa historia, mas tão extensa e tão a "arrastar" que para ser sincera sentia-me maior parte das vezes perdida na leitura de tão complexa que é. E para terem uma noção de eu pensar assim, são mais de 20 personagens, umas mais importantes que outra, onde existe, feiticeiros, deuses, cães, bruxas, Tiste Andi, Queimadores de Pontes e etc. É um leque grande, confuso e gostaria de ser mais consinta nesta opinião, mas como sendo totalmente fora da minha praia apenas vou dizer o que gostei. Porque sei que aqueles que adoram este tipo de livros, sei que iram ter uma opinião muito melhor que minha.

As personagem que eu  mais fiquei intrigada foi Paran, nós ficamos presa aquela personagem pela sua maneira de pensar assim como a sua tenacidade e os seus momentos em que fica dividida entre o mal e o bem. Outra personagem que me deixou sentimalista foi acerca de Piedade a única pessoa inocente que entrou num jogo de guerra sem ela querer. E a visão das guerras e das mortes está de tirar a respiração.

Mas apesar de eu não gostar assim tanto deste livro como gostaria, eu aconselho este livro, por não ser talvez a minha praia a minha opinião pode estar a ser toldada. É um épico com uma teia de acontecimentos e personagens, com cenários incríveis, cheio de mistérios e horrores escondidos.



A edição da historia está fantástica, com uma capa chamativa e dois mapas que eu simplesmente fiquei apaixonada. 

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